terça-feira, 13 de abril de 2010

11º Dia - De volta a Cuzco: Moray, Chinchero e Salina de Maras

Era 30 de dezembro, não reservamos nenhum hostel em Cuzco e, confesso, tivemos trabalho para achar um lugar com preço bom. Como estávamos em seis, nos espalhamos pelas pequenas ruas da cidade até achar um hostel.

Tomamos banho, demos um cochilo e já saimos.Tínhamos aproveitar nosso boleto turístico que havíamos comprado assim que chegamos a Cuzco. Ainda faltavam alguns lugares a serem visitados, então aproveitamos o tempo, já que ficaríamos na cidade até nossa partida. Fomos para Moray, mais uma prova de que os incas eram sensacionais!






Terraços circulares de Moray. Acreditava-se que a utilização do contorno de um útero traria mais fertilidade para a "madre tierra" ou "pachamama".

10º Dia - Uyuni, La Paz, Copacabana



Depois de mais de 16 horas de viagem, chegamos a Copacabana. Como já tinhamos passado pela cidade, aproveitamos o dia para conhecê-la melhor antes de enfrentar mais 7 horas de ônibus até Cuzco. Compramos passagens por 75 bolivianos! A promessa era de um ônibus bom, mas ai sim fomos surpreendidos novamente, rs! Eram uns quinze brasileiros em uma van que a porta não fechava, hehe! fomos até a fronteira e peguemos esse ônibus daqui debaixo, que não tinha maleiro e não cabia todo mundo. O ônibus prometido só veio em Puno, às 22h.




10º Dia - Uyuni




Depois de mais de 13 horas de viagem chegamos a Uyuni. Demoramos mais do que o previsto porque um caminhão ficou atolado na estrada de terra que dá acesso à cidade. Fechamos o passeion por menos da metade dos preços propostos em La Paz. Depois, tomamos nosso "desayuno" e fomos conhecer a pequenina cidade. O carro tardou a sair, pois, segundo a "chica de la oficina" não há como abastecer os carros no final de semana porque os postos são fechados. Assim, em plena segunda de manhã, os postos estavam o caos. A primeira parada foi no Cemitério de Trens, nada muito atrativo...




Até o Salar de Uyuni, 12 mil Km² de deserto de sal, levamos uns 40 minutos. A vista é indescritível: o chão e o céu se confundem, parace não existir linha do horizonte!



O passeio é sensacional, ficar sem óculos de sol na imensidão branca, nem pensar!

quarta-feira, 10 de março de 2010

8º Dia - Chacaltaya e Vale de la Luna

Sensacional, fomos ao Chacaltaya com um grupo de brasileiros e quando chegamos lá encontramos mais. Muitos estavam passando mal por causa da altitude, já que estávamos a 5400 metros. Realmente, o cansaço bate muito mas fácil, mas eu não senti nada além disso.

A vista é linda, uma boa pedida para quem não quer ou não tem muita grana para conhecer a neve! Depois, já cansados, fomos conhecer o Vale de la Luna, um cenário esculpido pelas chuvas que faz lembrar a superfície lunar. Podia ser melhor se fosse antes do chacaltaya, que foi tesão do dia!





7º Dia - La Paz



"Panadería Boliviana"


Chegamos em La Paz na noite do dia 25/12 debaixo da maior chuva. Ainda bem que durante o dia encontramos uma brasileiras que deram a dica de um bom hostel bem no centro da cidade, na Calle de las Brujas.

No dia seguinte, a chuva atrapalhou um pouco, mas conseguimos conhecer a cidade e providenciar o passeio do Chacaltaya e do Valle de la Luna, tudo por 80 bolivianos. La Paz parece uma 25 de março ampliada: pessoas, cores e vozes se misturam e tornam o o lugar um pouco confuso. A impressão é de que toda a população trabalha informalmente, na rua.

Também fomos ao Museu da Coca, outro lugar que vale a pena conferir!

6º Dia - Copacabana - Isla del Sol

Fronteira Peru-Bolívia: a imigração mordeu cinco dólares da Mari porque ela "perdeu" o papel de entrada no país. O guarda cara de pau já logo colocou a grana no bolso!


Pegamos o busão para Copacabana as oito da manhã, chegamos lá por volta do meio dia e, logo depois, saímos para a Isla del Sol. O passeio pode sair bem mais barato se pegar os barcos que custam apenas 5 bolivianos. O guia fez esse passeio valer a pena, ele era muito gente boa. Atravessamos a ilha até chegar ao "Templo del Sol"



Natal em Puno




Todos os restaurantes iam fechar por volta às 23h no dia 24. O Natal é bastante respeitado no Peru e em cidades pequenas como Puno, as famílias vão à Igreja antes da ceia. Como não tínhamos casa, fomos em um dos poucos restaurantes abertos e depois andamos pela cidade. Gastamos um pouco além da conta, mas era Natal! No outro dia de manhã embarcaríamos para Copacabana.



Plaza de armas de Puno. Parece a de Cuzco, não?